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quinta-feira, 19 de abril de 2012
domingo, 11 de dezembro de 2011
sábado, 10 de dezembro de 2011
Eclipse lunar
Eclipse lunar que ocorreu dia 10 de dezembro de 2011 ,o inicio do eclipse ocorreu por volta de 21:45 do dia 10 entrando no eclipse total por volta das 23:05 e finalizando na madrugada do dia 11 de dezembro
quarta-feira, 25 de maio de 2011
Especialistas da AIEA recebem relatos sobre o acidente da usina Fukushima Daiichi
Uma equipe de especialistas da Agência Internacional de Energia Atômica, a AIEA, recebeu relatos do governo japonês sobre o acidente da usina nuclear Fukushima Daiichi.
A equipe da AIEA se encontra agora no Japão para investigar o acidente ocorrido na usina. Hoje, quarta-feira, 18 especialistas de 12 países, incluindo Grã-Bretanha, França e Coreia do Sul, visitaram o Ministério da Indústria.
O diretor-geral da Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão, Nobuaki Terasaka, relatou a situação que prevalece na usina, a qual ainda não está sob controle. Disse que o Japão está lutando para mudar seus esforços de medidas emergenciais para um plano estável e organizado de controle do acidente.
O líder da equipe da agência internacional, Michael Weightman, disse que vai submeter um relatório a uma reunião da AIEA, programada para ter lugar no mês que vem. Ele solicitou ao Japão para prover todas as informações pertinentes de forma que a comunidade internacional possa compartilhar as lições aprendidas a partir deste acidente da usina Fukushima Daiichi.
terça-feira, 24 de maio de 2011
Pode ter ocorrido derretimento também nos reatores 2 e 3 da usina nuclear Fukushima Daiichi
A empresa que opera a usina nuclear Fukushima Daiichi informou ter sido constatado que o derretimento das varetas de combustível pode ter ocorrido nos reatores números 2 e 3 poucos dias depois do terremoto e tsunami de 11 de março, mas que ambos os reatores teriam agora se estabilizado em temperaturas relativamente baixas.
A Tepco - Companhia de Energia Elétrica de Tóquio - já havia informado este mês que as varetas de combustível do reator número 1 da usina haviam derretido.
A empresa diz que uma falha no sistema de resfriamento dos reatores números 2 e 3 alguns dias depois do terremoto causaram uma queda acentuada no nível da água dentro dos reatores.
Acredita-se que a maior parte do combustível tenha se derretido e se acumulado no fundo do vaso de compressão do reator no dia 15 de março.
A Tepco disse também que no reator número 3 o combustível pode ter atingido o estado de derretimento no dia 14 de março e que, se os instrumentos de medição dos níveis de água dentro dos dois reatores estiver correto havia água a um nível suficiente para evitar um derretimento total das varetas.
sábado, 21 de maio de 2011
Mega-Float chega na usina Fukushima Daiichi
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| Chegada do Mega-Float em Fukushima Daiichi |
Mega-Float é uma espécie de ilha com estrutura de aço com 136 metros de comprimento e 46 de largura e com capacidade para armazenar de 10.000 toneladas de agua ,e será usado para o escoamento da agua com material radioativo que se acumulam dentro dos reatores.
quinta-feira, 19 de maio de 2011
Novas imagens do tsunami no Japão
Veja imagens do Tsunami de tohoku
Fotos divulgadas hoje quinta-feira (19) pela Tepco , empresa que administra usina Daiichi Fukushima.
As fotos mostram ondas se aproximando dos reatores e o local totalmente tomado pela agua do mar.
As fotos mostram ondas se aproximando dos reatores e o local totalmente tomado pela agua do mar.
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Falha de reator no Japão pode trazer perigo ao Estados Unidos
No Japão foram colocados a prova o sistema de ventilação que americanos afirmavam que impediria explosão em caso de vazamento de hidrogenio nos reatores em usinas dos Estados Unidos.
O sistema deixou de funcionar segundo peritos e funcionários que trabalham na empresa que opera a usina Fukushima Daiichi.
O falha do sistema coloca em risco usinas nuclear no Japão que são semelhantes as do Estados Unidos.
Após a falha na ventilação nos reatores, o gás de hidrogenio acumulado causou explosões que expeliu materiais radioativos na atmosfera em um nível de 10% comparado ao acidente de Chernobyl.
No terremoto seguido do tsunami de 11 de março que abateu os reatores no Japão é crucial sistema de ventilação , sem agua corrente para resfriar os núcleos dos reatores, eles estavam aquecendo perigosamente.
A Tokyo Electric Power (TEPCO) disse que o sistema havia sido instalado a alguns anos atrás .No início as autoridades americanas haviam dito que os reatores americanos estavam livre de tais catástrofe ,porque os reatores haviam sido equipados com o mais novo e forte sistema de ventilação.
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| Reator No3 |
O falha do sistema coloca em risco usinas nuclear no Japão que são semelhantes as do Estados Unidos.
Após a falha na ventilação nos reatores, o gás de hidrogenio acumulado causou explosões que expeliu materiais radioativos na atmosfera em um nível de 10% comparado ao acidente de Chernobyl.
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| Reator No3 No4 |
A Tokyo Electric Power (TEPCO) disse que o sistema havia sido instalado a alguns anos atrás .No início as autoridades americanas haviam dito que os reatores americanos estavam livre de tais catástrofe ,porque os reatores haviam sido equipados com o mais novo e forte sistema de ventilação.
sábado, 14 de maio de 2011
Usina nuclear de Hamaoka completamente desligada
Após o pedido do primeiro ministro Naoto Kan para que fosse desativada a usina nuclear de Hamaoka na província de Shizuoka . A chubu electric power desligou o ultimo reator o de n 5 sabado as 10:15 a paralisação pode levar de 2~3 anos.
A chubu electric pretende voltar as atividades na província após construção de barreiras contra as ondas de tsunamis ,mas o governador Heita Kawakatsu mantem cauteloso com a idéia .
A chubu electric pretende voltar as atividades na província após construção de barreiras contra as ondas de tsunamis ,mas o governador Heita Kawakatsu mantem cauteloso com a idéia .
sábado, 7 de maio de 2011
Chubu electric ainda não chegou a uma conclusão se para a usina de Hamaoka .(Shizuoka)
Após o Primeiro-ministro Naoto Kan pedir a Chubu denryoku o cancelamento das operações na usina nuclear em Hamaoka no dia (6) sexta-feira por risco de fortes tremores .Os diretores da Chubu Denryoku se reuniram por uma hora e meia hoje dia (7) sábado e não conseguiram chegar a uma conclusão do cancelamento das operações nos reatores da usina em Hamaoka
A diretoria da empresa pretende fazer outra reunião para decidir , mas não tem data prevista.
sexta-feira, 29 de abril de 2011
A Chubu Electric Power planeja religar reator na usina nuclear de Shizuoka em Hamaoka
| Reator n 3,4 na provincia de Shizuoka. |
Segundo o Presidente da Chuubu Electric Akihisa Mizuno, para religar o reator n3 será necessário o consentimento da comunidade local .
O Governador de Shizuoka Heita Kawakatsu indica novamente sua intenção de não aprovar o reinicio no futuro imediato.
quinta-feira, 21 de abril de 2011
Esta proibida entrada no raio de 20 km da usina de Fukushima ,a regiao esta isolada.
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| foto kyodo news |
Apesar da proibição, o governo japonês concederá uma permissão especial de entrada de duas horas a um integrante de cada família para recuperar seus pertences, informou o porta-voz do Executivo, Yukio Edano. Naoto Kan viajou nesta quinta-feira à província de Fukushima para visitar as famílias retiradas da região, que se encontram nas cidades de Koriyama e Tamura. Ele também se reuniu com o governador Yuhei Sato.Entretanto, quem tem casa em um raio de menos de 3 km ao redor da central atômica não poderá mais se entrar no perímetro, acrescentou Edano. Cerca de 80 mil pessoas viviam no raio de 20 km em torno da central atômica antes do terremoto e do posterior tsunami de março. Esses desastres naturais danificaram seriamente o sistema de resfriamento da usina nuclear. A Tokyo Electric Power Company (Tepco), empresa operadora da central, anunciou no domingo (17) que prevê devolver o resfriamento estável aos reatores de Fukushima em três meses e levá-los ao estado de “parada fria” em um prazo entre seis e nove meses.O governo indicou ainda que, uma vez controlada a central, revisará os perímetros de segurança, que até o momento afetam todas as localidades em um raio de 20 km e algumas situadas até 40 km do complexo. autor: G1
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Trabalhadores na usina em Fukushima em risco de depressão e morte por excesso de trabalho
Trabalhadores da Tokyo Electric Power Co. engajados nos esforços para estabilizar a crise que abateu-Fukushima Daiichi planta nuclear, estao em risco de depressão ou de morte por excesso de trabalho, um médico que recentemente viu nesta quarta-feira.
Os trabalhadores não são apenas a realização de trabalhos perigosos em condições severas, mas também um sentimento de responsabilidade moral como funcionários da empresa a culpa pelo desastre nuclear, uma das piores do mundo, Takeshi Tanigawa disse em entrevista à agência Kyodo News.
Alguns deles também escapou por pouco da morte em 11 de março no terremoto e tsunami ou as explosões de hidrogênio posterior que danificou severamente a planta, enquanto outros perderam suas casas ou foram confrontados com a morte de parentes ou amigos, fazendo com que os trabalhadores em geral para ser exposto a múltiplas tensões, disse ele.
segunda-feira, 18 de abril de 2011
Ate o momento pessoas confirmadas mortas no terremoto 13.843

Terremoto no Japão
Foram confirmados mortos até agora, 13.843 pessoas, no total sao 27.873 pessoas entre mortos e desaparecidos.
Segundo a polícia, foram mortos confirmados até agora no terremoto do Nordeste, -8412 pessoas na Província de Miyagi, -3981 na província de Iwate, - 1387 na provincia de Fukushima, -3 em Aomori, província de Yamagata 2 pessoas. Na região de Kanto, 23 pessoas na província de Ibaraki, Provincia de Chiba 18 pessoas, 7 pessoas em Tóquio,Tochigi e Kanagawa 4 pessoas, Gunma, 1 pessoa, Hokkaido 1pessoa.
sexta-feira, 15 de abril de 2011
Aumenta pressão por renúncia de premiê japonês após terremoto
Por Linda Sieg e Mayumi Negishi
TÓQUIO (Reuters) - A frágil trégua política no Japão pós-desastre terminou nesta quinta-feira, quando o líder do principal partido de oposição pediu ao impopular primeiro-ministro Naoto Kan que renuncie pela forma como lidou com as calamidades naturais e a crise nuclear no país. Na usina nuclear danificada de Fukushima Daiichi, no nordeste japonês, os engenheiros lutam para encontrar uma nova maneira de resfriar um dos seis reatores afetados, e a Agência de Segurança Nuclear e Industrial do Japão disse que agora é "altamente improvável" que haja um furo na unidade de supressão do reator.
Kan, cujo apoio popular está na casa de 30 por cento, havia buscado uma ampla coalizão para ajudar o país a se recuperar de seu pior desastre natural e aprovar leis para financiar o maior projeto de reconstrução do país desde a 2a Guerra Mundial. O Partido Democrata, de Kan, controle a câmara baixa do parlamento, mas precisa da oposição para aprovar leis porque não detém a maioria na câmara alta, que pode bloquear os projetos. Mas o chefe do maior partido de oposição, o Partido Liberal Democrática (LDP na sigla em inglês) -- que na semana passada descartou uma ação conjunta -- aumentou a pressão nesta quinta-feira para que Kan renuncie. "Chegou a hora (de o primeiro-ministro) decidir se fica ou sai", disse Sadakazu Tanigaki em entrevista coletiva, segundo a agência de notícias Kyodo. O comentário de Tanigaki reflete a visão de muitos de seu partido conservador de que Kan deve se retirar como pré-condição para qualquer coalizão, assim como uma esperança de que as críticas a Kan dentro de seu próprio Partido Democrata aumentem depois que Ichiro Ozawa, fiel da balança do PD, repreendeu o premiê pela sua condução da crise.
Takeo Nishioka, presidente da câmara alta e crítico notório de Kan entre os democratas, também exortou o líder de governo a renunciar, disse a Kyodo. Kan, entretanto, que assumiu em junho como o quinto líder do Japão desde 2006, não deve sair facilmente, e os partidos de oposição podem se ver atacados se tentarem fazer chantagem política com o orçamento de emergência, dizem analistas. "Kan provavelmente irá ignorar isso", afirmou Koichi Nakano, professor da Universidade de Sophia. "Se eles (críticos de Kan) pensassem no interesse nacional, fariam isso agora?".
(Reportagem adicional de Mayumi Negishi, Yoko Nishikawa, Kiyoshi Takenaka e Kazunori Takada em Tóquio; Alexei Anischuk em Sanya, China; e Leika Kihara em Washington
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